POMBOS



A família de aves Columbidae abrange entre suas espécies os animais popularmente conhecidos como pombos e rolinhas. Existem cerca de 300 espécies dentro da família Columbidae distribuídas amplamente pelo planeta sendo que elas habitam locais muito variados como campos, pastagens, caatinga, florestas e áreas urbanas. A grande maioria dessas espécies vive restritamente nos seus locais de adaptação natural, ou seja, nas florestas e outros biomas naturais. Somente algumas passaram a habitar as cidades.

Em seu ambiente natural, os pombos podem viver em média até 15 anos, porém nas cidades vivem em média de 3 a 5 anos apenas. Isso ocorre pelo fato de sua alimentação nas cidades ser composta por restos encontrados em lixos e/ou farelos de comidas processadas pelo homem. Naturalmente, os pombos se alimentam especialmente de sementes e grãos em geral, podendo também ingerir insetos, vermes e frutos em ambiente natural.

Os pombos, por serem animais sinantrópicos, podem transmitir algumas doenças e acarretar grandes desconfortos e transtornos ao homem. Dentre as doenças que os pombos podem transmitir ao ser humano, encontram-se:

1. Criptococose – Doença, causada pelo fungo Criptococus neoformans, que compromete o pulmão e o sistema nervoso central, gerando alergias, micose profunda e até mesmo meningite subaguda ou crônica.
2. Histoplasmose – Doença causada pela inalação do esporo do fungo Histoplasma apsulatum, encontrado em fezes secas de pombos e morcegos. A histoplasmose gera uma micose profunda, e atinge o sistema respiratório causando febre, tosse, dor torácica, mal estar geral, debilidade, anemia, entre outros.
3. Ornitose – Doença infecciosa aguda, também conhecida como psitacose, sendo transmitida por via oral por meio da poeira contaminada com fezes secas dos pombos, que estejam infectados. O agente etiológico é a Chlamydia psittasi, a qual possui afinidade pelo aparelho respiratório superior e inferior. Os sintomas apresentados são: febre, vômitos, cefaléia, calafrios, mialgia, tosse, acompanhados por comprometimentos das vias aéreas.
4. Salmonelose - Doença infecciosa aguda, causada pela ingestão de ovos, carnes ou outros alimentos contaminados pela bactéria Salmonella sp, presente nas fezes de pombos. Isso leva a uma intoxicação alimentar, causando febre, diarréia, vômitos e dores abdominais.
5. Dermatites – Parasitose causada por ectoparasitas (ácaros – piolho do pombo), que leva a erupções na pele e coceiras semelhantes às de picadas de insetos.
6. Alergias - podem ocorrer quando da inalação de penugens de pombos ou de ar com alta concentração de poeira das fezes dos pombos. As alergias mais comuns são as rinites, mas pode ocorrer crises de bronquite em pessoas sensíveis.

O conceito mais evoluído no controle de pombos é o Manejo Integrado, cuja filosofia consiste na aplicação concomitantemente de diferentes estratégias de controle. Lembramos que, de acordo com os artigos 29 a 32 da Lei Federal no. 9.605 de fevereiro de 1998, é proibido usar iscas envenenadas para eliminação de pombos e morcegos, por se tratar de crime de crueldade com os animais. A J.P. EXTERMINADOR segue essa lei e propõe alternativas eficazes para evitar a presença de pombos sem seu ambiente residencial, comercial e empresarial. Confira:

Gel Repelente: Gel pegajoso, não colante,  indicado para a aplicação em beirais, cumeeira de telhas, forros e muros, onde pousam pombos, morcegos e aves em geral.

Espículas: Hastes com pontas de metal não afiadas fixadas em umas bases plásticas, adequadas para peitoris, beirais, muros etc., impedindo o pouso de pombos.